
O Professor Doutor João de Castro Nunes, licenciado e doutorado e m Filologia Clássica pela Universidade de Coimbra; Professor de Cultura Portuguesa nas Universidades de Santiago de Compostela, Salamanca e Católica de Paris; Ex Vice-Reitor da Universidade de Luanda e Director dos respectivos Cursos de Letras na Secção de Sá de Bandeira; Coordenador da área dos estudos arqueológicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e outros. Depois de jubilado, convidado a leccionar no Departamento de História da Universidade Lusíada; Consultor do Fórum Unesco – Universidade e Património; Autor de meia centena de trabalhos sobre matéria da sua especialidade (arqueologia e linguística), etc., escrevia, nos jornais de Góis e Arganil, no natal de 2004, o seguinte poema:
“Dr. João Alves Simões
O goiense João Alves Simões merece… o meu respeito pelas monografias que tem feito e respectivas investigações.
Fez-se por si, há que reconhecê-lo..
Saiu-se bem na Universidade.
. . . além de professor tem estatuto de historiador do passado de Góis e região.
. . . ufana-se de ser plebeu de origem. . . ”
O mesmo Professor Doutor, João de Castro Nunes, voltava a escrever na imprensa local e regional e, também, na Internet:
“João Alves Simões”
“João Alves Simões, amigo meu que muito estimo e prezo, à sua custa subiu a pulso e por maneira justa à posição que tem e mereceu . . .
Admiro-lhe a . . . vontade de triunfar na vida social . . . mantendo embora o porte pessoal da sua originária identidade.
Ufana-se de ser “um pé rapado” . . .
em berço d’ouro, em brasonado lar, não foi nascido
e menos embalado.
. . .sua ascendência pobre, plebeu de facto, como faz notar,
entre os mais nobres não é menos nobre!” |