Cabreira
Candosa
Capelo
Corterredor
Mestras
Relvas
Sandinha
Tarrastral

Sandinha  

 


Sandinha  
       
 

Sandinha

A Sandinha encontra-se no meio caminho entre Góis e Colmeal aproximadamente 60 metros acima do rio Ceira que serpenteia no fundo do vale. Por cima da aldeia está a torre com o relógio, construído no terreno do edifico que antigamente era a escola primaria e que agora se encontra fechada. O recreio desta é sombreado por vários grandes carvalhos de cortiça. Invulgarmente a Sandinha tem duas torres de relógio, uma no meio da aldeia e outra ao lado da escola. A razão disto pode estar nas minas do volfrâmio que empregavam os habitantes da aldeia – os relógios e sinos eram necessários para assegurar que os trabalhadores chegavam a horas. A aldeia em si é construída à volta de ruas calcetadas. Existe uma pequena capela em honra de São Domingos, o padroeiro local. Em baixo da aldeia há um pequeno carreiro cortado no monte, ao longo do qual se encontram dois santuários, um datado de 27 de Abril de 1891. O carreiro finalmente chega ao rio, onde em 1969 foi construída uma nova ponte em cimento, a Ponte Pigarra, substituindo uma mais velha em madeira. Hoje em dia os terraços da outra parte do rio encontram-se abandonados e o carreiro leva até uma colecção de ruínas de xisto. Mais abaixo da ponte existe uma praia fluvial para nadar no Verão. Há também um velho lagar por baixo da aldeia.

Segundo uma fonte, a Sandinha foi o lugar de nascimento do Barão de Louredo (embora uma outra fonte diz ter sido o Corterredor). Nascido em 1818 Manuel Lourenço Baeta Neves que recebeu o titulo de Barão através do Rei D. Luis I em 1869, foi responsável para muitas obras importantes na freguesia do Cadafaz, incluindo as pontes do Corterredor e da Cabreira.

 
 
 
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500m a partir da velha ponte, rio acima, há testemunho do extraordinária extensão empreendida para aumentar a produção de milho na região no inicio do século XX. O curso do rio foi alterado construindo um túnel que atravessa o monte, disponibilizando assim o leite do rio como terra de cultivo agrícola. Os engenhosos construtores também cortaram o monte e extraíram pedras do lado do vale tanto para aumentar a área de cultivo como para construir muros gigantescos para prevenir que o rio durante de cheias reclamasse a terra.

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gois    
  Updated 31 March, 2008