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Barreiro |
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A fonte que deu o nome à aldeia não se vê da estrada e está um pouco mais a baixo contra o rio Ceira. Hoje a aldeia é contínua com a de Caracol e Várzea Grande e as casas seguem a estrada principal que vai de Góis para Vila Nova de Poiares e se encontra a pouca distância do rio Ceira. No centro da aldeia junto do cruzamento para a Várzea Grande há uma área relvada onde crescem várias árvores – no passado isto era um cemitério.
Como as aberturas dos tanques eram muito estreitas e pequenas, era a tarefa dos rapazes limpar os tanques e quando emergiam novamente do buraco escuro estavam meio bêbados apenas do cheiro. O Armazém de vinho era também um local social onde as pessoas se juntavam às tardes, petiscavam e bebiam vinho, conversavam e jogavam as cartas e de vez em quando na altura que deixavam o local já não iam ‘sozinhos’. Os habitantes quando iam ao armazém de vinho diziam: “Vamos às termas!” O presente morador da casa do antigo armazém de vinho mostrou-nos amavelmente as instalações. Ele é realmente um especialista em fazer licores, utilizando ananás, tangerinas, morangueiros, cerejas e peras entre outras frutas e deu-nos generosamente a provar alguns. Mostrou-nos uma garrafa que agora tem 30 anos e contem uma bebida que ele fez quando era rapaz: de dentro encontra-se uma pêra enorme que cresceu para dentro da garrafa e está envolvida em licor. |
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| Updated 4 November, 2008 | ||||||||||